"Hoje sinto que o mundo continua a ser o mesmo de sempre e eu como todas as vezes fico parado no mesmo lugar esperando alguém, imperfeito mas ao menos certo, estender sua mão e comigo dar o primeiro passo dos meus pés ainda cobertos por meias em relação ao amor. Digo isso, pois quero viver numa situação em que esse simples par de meias na minha gaveta não seja mais uma peça esquecida, mas sim um fator fundamental na tentativa de me acostumar com algo que, por decreto um dia, possa tomar o meu pensamento por inteiro. Podendo mais na frente ser de grande valia na minha arte de interpretar e conseguir compreender que assim posso ser feliz por completo não mais sentindo-as nos meus pés." (Flávio Rodrigues)
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