quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Destino: condução à vida do qual não existe como escapar.

Estamos acostumados com uma sucessão de acontecimentos produzidos pelo consciente de nossas cabeças a partir da procura do viver ao máximo o modo que escolhemos viver e não, o que a vida nos proporciona. Muitas vezes somos pegos a decifrar charadas das quais todo mundo faz questão de nos falar, para tentar assim, alertar sobre o mundo. Uma delas, não menos citada pela sociedade alienada de que o amor é algo que se constrói e não acontece, é a de que o verdadeiro amor só baterá na sua porta quando você não mais o procurar. Pois bem, querendo ou não, vários sinais nos são mostrados de que isso pode ser uma certeza induzida a nós mesmos sem ao menos pararmos para repará-lo, mas também em divergentes determinantes ele entra em desacordo quando o humano acaba sendo fantoche de uma sina da qual revelarei mais na frente. Inúmeras pessoas sempre acreditam que o amor é mais um sentimento daqueles, que para vivê-lo de maneira correta, terá de correr atrás, não desse nobre afeto citado por mim, mas sim da pessoa pela qual sentirá e será devidamente merecedora dessa compulsão ocasionada por ele no ser humano, acarretando consigo alegrias e sofrimentos, conquistas e dor, e diferentes conseqüências que só ele é capaz de formular. Estamos todos enganados, pois o nome desse enigma fácil de ser compreendido, mas difícil de ser decifrado chama-se DESTINO. Para entendê-lo é necessário definir melhor seu significado, portanto, o entendemos como o imprevisto ocorrido entre as pessoas devido às realizações momentâneas provocadas por elas mesmas em prol de um vetor desconhecido. Entretanto, sabe-se assim que porventura desse caminho dirigido a nós sem qualquer opção de fuga ou “mudanças de planos”, é que conhecemos as pessoas das quais viverá conosco por tempo favorável a nossa realidade afetiva, tem ate quem diga que seja por uma eternidade, mas isso só quem pode responder é a intensidade produzida por um ligamento do qual não conseguiríamos viver sem, a conexão entre o coração e a mente. Finalizando essa idéia sobre este termo tão nobre fabricado pelo universo racional, é que afirmo que todo mundo têm direito ao amor, mas só conseguirá realizá-lo da melhor maneira possível quando, sem medo algum da mágoa ou do limite imposto pelo nosso inconsciente como preocupação ao outro, coroar o próximo escolhido, pelo acaso ou não, com o nosso mais sincero voto de fidelidade e compromisso ao nos doarmos com uma única promessa de que tentaremos assim ser felizes. (Flávio Rodrigues)

2 comentários:

  1. Caramba, eu curti muito isso aqui viu? Como sempre, tu escrevendo muito bem por sinal! (: Chega a ser um dom, porque você é muito bom com as palavras e é algo que admiro muitissimo em você, e parabéns você conseguiu algo que você almejava tanto, que era ter o seu blog, enfim tá maravilhoso isso aqui, muito bom mesmo, parabéns! :)

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