Estamos acostumados com uma sucessão de acontecimentos produzidos pelo consciente de nossas cabeças a partir da procura do viver ao máximo o modo que escolhemos viver e não, o que a vida nos proporciona. Muitas vezes somos pegos a decifrar charadas das quais todo mundo faz questão de nos falar, para tentar assim, alertar sobre o mundo. Uma delas, não menos citada pela sociedade alienada de que o amor é algo que se constrói e não acontece, é a de que o verdadeiro amor só baterá na sua porta quando você não mais o procurar. Pois bem, querendo ou não, vários sinais nos são mostrados de que isso pode ser uma certeza induzida a nós mesmos sem ao menos pararmos para repará-lo, mas também em divergentes determinantes ele entra em desacordo quando o humano acaba sendo fantoche de uma sina da qual revelarei mais na frente. Inúmeras pessoas sempre acreditam que o amor é mais um sentimento daqueles, que para vivê-lo de maneira correta, terá de correr atrás, não desse nobre afeto citado por mim, mas sim da pessoa pela qual sentirá e será devidamente merecedora dessa compulsão ocasionada por ele no ser humano, acarretando consigo alegrias e sofrimentos, conquistas e dor, e diferentes conseqüências que só ele é capaz de formular. Estamos todos enganados, pois o nome desse enigma fácil de ser compreendido, mas difícil de ser decifrado chama-se DESTINO. Para entendê-lo é necessário definir melhor seu significado, portanto, o entendemos como o imprevisto ocorrido entre as pessoas devido às realizações momentâneas provocadas por elas mesmas em prol de um vetor desconhecido. Entretanto, sabe-se assim que porventura desse caminho dirigido a nós sem qualquer opção de fuga ou “mudanças de planos”, é que conhecemos as pessoas das quais viverá conosco por tempo favorável a nossa realidade afetiva, tem ate quem diga que seja por uma eternidade, mas isso só quem pode responder é a intensidade produzida por um ligamento do qual não conseguiríamos viver sem, a conexão entre o coração e a mente. Finalizando essa idéia sobre este termo tão nobre fabricado pelo universo racional, é que afirmo que todo mundo têm direito ao amor, mas só conseguirá realizá-lo da melhor maneira possível quando, sem medo algum da mágoa ou do limite imposto pelo nosso inconsciente como preocupação ao outro, coroar o próximo escolhido, pelo acaso ou não, com o nosso mais sincero voto de fidelidade e compromisso ao nos doarmos com uma única promessa de que tentaremos assim ser felizes. (Flávio Rodrigues)
Caramba, eu curti muito isso aqui viu? Como sempre, tu escrevendo muito bem por sinal! (: Chega a ser um dom, porque você é muito bom com as palavras e é algo que admiro muitissimo em você, e parabéns você conseguiu algo que você almejava tanto, que era ter o seu blog, enfim tá maravilhoso isso aqui, muito bom mesmo, parabéns! :)
ResponderExcluiresse kkkk sou eu (((:
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